Letras...
Golpeio o papel
Como o martelo golpeia
A bigorna.
As letras escorrem pela
Folha como lágrimas escorrem
Por alguma face.
Quisera fosse a minha!
Não há lágrimas,
Apenas o golpe seco
Do punhal sobre o peito,
Da caneta sobre o papel,
Do punho sobre o corpo,
Do corpo ao chão...